Backup de dados públicos: ter uma cópia dos arquivos é suficiente?

Fazer uma cópia é apenas parte de uma rotina de backup. Monitoramento, validação e testes de restauração ajudam a verificar se os dados podem ser recuperados

Ter uma cópia dos dados é necessário, mas uma rotina de backup só demonstra seu valor quando a organização consegue verificar que a cópia foi concluída corretamente e que as informações podem ser restauradas quando necessário.

Essa diferença parece pequena até o momento em que ocorre uma falha.

Uma base pode estar sendo copiada diariamente e ainda apresentar problemas que passam despercebidos se ninguém monitora a execução.

O backup precisa ser acompanhado

Rotinas automáticas reduzem trabalho manual, mas também podem criar uma falsa sensação de segurança.

Uma tarefa pode falhar, ser interrompida, gerar arquivo incompleto ou copiar uma base que já possui inconsistências.

Por isso, o acompanhamento precisa observar se a execução ocorreu e se existe algum sinal de problema.

Validar a base ajuda a identificar inconsistências

Uma cópia existe tecnicamente, mas ainda precisa estar em condições de uso.

Na Gestão de Backups do Grupo Assessor, as rotinas são monitoradas, as bases armazenadas passam por validação e falhas geram notificações para acompanhamento.

Esse processo permite descobrir problemas antes de depender daquele arquivo em uma situação crítica.

O teste de restauração responde à pergunta mais importante

O objetivo de um backup é permitir recuperação.

Por isso, testar a restauração ajuda a verificar se a informação copiada consegue retornar a um ambiente utilizável.

Esperar um incidente real para descobrir que determinado arquivo não pode ser restaurado cria um risco desnecessário.

O que uma rotina de backup deve permitir acompanhar?

• quais bases estão sendo copiadas;

• quando ocorreu a última execução;

• se houve falha;

• onde as cópias são armazenadas;

• se os bancos armazenados foram validados;

• quando ocorreu o último teste de restauração;

• quem recebe os alertas;

• como a administração acompanha o histórico das rotinas.

O Grupo Assessor reúne essas informações em relatórios de acompanhamento e realiza testes de restauração para localizar possíveis inconsistências.

Backup também faz parte da continuidade

Quanto mais serviços e processos dependem do digital, maior é a necessidade de pensar na capacidade de recuperação.

Uma cidade sem papel não pode depender de arquivos que ninguém sabe se conseguirá restaurar.

Processos Digitais, GED e Backup precisam ser observados como partes relacionadas da gestão da informação.

Quando a cidade sabe onde seus dados estão, acompanha as cópias e testa a recuperação, consegue tratar a continuidade com mais clareza.

Leia também: GED: o que é e por que documento digital também precisa de gestão.

Fonte oficial

Lei nº 14.129, de 29 de março de 2021.