i-Gov TI: o que o IEGM avalia na tecnologia da sua cidade

Tecnologia também faz parte do IEGM. Entenda os temas relacionados ao i-Gov TI e por que esse indicador merece atenção.

O i-Gov TI é a dimensão do IEGM relacionada à Governança de Tecnologia da Informação.

O tema ganhou relevância porque praticamente todas as áreas da cidade hoje dependem de tecnologia para executar processos, registrar informações e prestar serviços.

O indicador ajuda a olhar justamente para a forma como essa estrutura está sendo organizada.

Ter sistema é suficiente?

Não.

Governança de tecnologia envolve saber como decisões são tomadas, quais prioridades existem, como os dados são protegidos e de que forma a infraestrutura acompanha as necessidades da administração.

Uma cidade pode utilizar diversos softwares e ainda ter dificuldade em planejamento tecnológico, segurança ou organização de responsabilidades.

Serviços digitais entram no i-Gov TI?

Sim.

O próprio TCESP mantém no catálogo de boas práticas do IEGM exemplos relacionados a serviços digitais dentro do i-GovTI.

A análise pode alcançar temas como digitalização do atendimento e capacidade de oferecer serviços por meios eletrônicos.

O Tribunal alerta, porém, que uma boa prática isolada não garante nota elevada, porque o índice considera um conjunto maior de elementos.

Segurança da informação também faz parte da conversa

Quanto mais processos passam a depender de sistemas, maior é a necessidade de organizar acessos, proteção das informações, continuidade e responsabilidades.

Um estudo publicado pela Escola Paulista de Contas em 2025 apontou, no recorte das cidades de São Paulo, desafios persistentes ligados à falta de planejamento estratégico de TI, segurança da informação e capacitação técnica.

Esse dado ajuda a entender por que tecnologia não deve ser observada somente pelo equipamento ou pelo software instalado.

E o Governo Digital?

Processos eletrônicos, documentos digitais, serviços online, proteção de dados e canais de atendimento estão conectados à discussão de governança tecnológica.

O portfólio do Grupo Assessor possui soluções de Governo Digital para processos, documentos, BI, serviços ao cidadão e gestão de backups, entre outras frentes.

Quando essas estruturas são relacionadas aos quesitos do IEGM, a equipe consegue enxergar com mais clareza quais avanços já existem e onde permanecem lacunas.

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Por onde começar a olhar o i-Gov TI?

Comece pelo último resultado da cidade e abra as questões que apresentaram dificuldade.

Depois, verifique quais delas estão ligadas a planejamento, segurança, serviços ou organização interna.

Essa separação ajuda a evitar uma lista genérica de melhorias de tecnologia que pouco conversa com o diagnóstico real.

Leia também: PDTI e i-Gov TI: por que planejamento de tecnologia aparece no IEGM.