O PDTI, Plano Diretor de Tecnologia da Informação, ajuda a organizar necessidades, prioridades e direcionamentos da área de tecnologia.
Por isso, o assunto aparece diretamente quando se discute governança de TI e IEGM.
O TCESP possui uma boa prática específica de PDTI dentro do i-GovTI e relaciona o tema aos ODS 9, 16 e 17.
Para que serve um PDTI?
O planejamento ajuda a colocar decisões tecnológicas dentro de uma direção comum.
Sem essa referência, compras, implantação de sistemas, segurança, infraestrutura e serviços digitais podem surgir apenas conforme problemas aparecem.
O resultado costuma ser uma estrutura fragmentada, difícil de acompanhar.
PDTI é só uma lista de compras?
Não.
Um planejamento de tecnologia pode abordar necessidades, prioridades, riscos, responsabilidades e iniciativas para determinado período.
O documento precisa conversar com a realidade da cidade.
Qual é a relação com o i-Gov TI?
Governança exige capacidade de planejar.
Quando o IEGM observa tecnologia, uma das questões centrais é entender se a administração consegue demonstrar como a área é conduzida e quais controles existem.
O PDTI ajuda a formalizar parte dessa organização.
O PDTI garante uma boa nota?
Não.
O próprio Tribunal alerta que boas práticas apresentadas em seu catálogo não garantem, isoladamente, resultados elevados no IEGM.
O índice observa o conjunto.
Por isso, criar um documento apenas para responder uma questão tende a ter pouco valor se ele não orientar nenhuma decisão.
O que vale observar junto do PDTI?
Serviços digitais, segurança da informação, processos eletrônicos, continuidade e estrutura tecnológica ajudam a formar uma leitura mais completa.
Esses temas também aparecem no portfólio de Governo Digital do Grupo Assessor, que reúne processos, documentos, indicadores e segurança das bases de dados.
Leia também: i-Gov TI: o que o IEGM avalia na tecnologia da sua cidade.