Quem procura entender a nota do IEGM precisa começar pelas cinco faixas utilizadas pelo índice.
A significa altamente efetiva, B+ muito efetiva, B efetiva, C+ em fase de adequação e C representa baixo nível de adequação.
No modelo que originou o IEGM e que também orienta a leitura apresentada no portal nacional, a classificação transforma a pontuação em uma referência mais fácil de interpretar.
Nota B no IEGM é ruim?
Não.
B corresponde à classificação efetiva.
C+ indica que a cidade está em fase de adequação, enquanto C representa o menor nível da escala.
Já B+ e A ficam nas faixas superiores.
Como interpretar a classificação?
A nota geral precisa ser aberta por dimensão.
Uma cidade pode receber B e apresentar i-Fiscal bem posicionado, enquanto i-GovTI ou i-Planejamento aparecem em C.
Outra pode chegar ao mesmo B com uma distribuição completamente diferente.
Nos dois casos, a letra final é igual, mas os assuntos que merecem atenção não são.
Por que olhar cada indicador separadamente?
Porque o resultado de uma área ajuda a direcionar a análise.
Se o i-Planejamento está abaixo dos demais, vale verificar quais quesitos contribuíram para isso e se a dificuldade permanece.
Quando esse histórico fica organizado por área, a gestão consegue acompanhar a evolução entre exercícios e enxergar onde uma ação produziu resultado.
A solução IEGM do Grupo Assessor trabalha justamente com análise e comparação de desempenho, evidências e gestão por áreas administrativas.
A meta deve ser apenas chegar ao A?
A classificação é relevante, mas perseguir a letra sem observar os processos reduz bastante o valor do índice.
O melhor resultado é aquele sustentado por políticas, controles e informações que realmente existem.
Por isso, antes de perguntar como ganhar pontos, vale perguntar qual dimensão está puxando a avaliação para baixo e por quê.
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